quarta-feira, 15 de abril de 2015
Tá Me Dando Mole/ Cap 23
Cheguei no camarim e todos me receberam com muito carinho.
Cris: Poxa!! Jú! Como você abandona a gente assim?
Júlia: Não abandonei amores, nunca quis abandonar vocês....
Vini: Que barrigão ein?
Fred: Tá alimentando meu afilhado direitinho?
Sérgio: Seu afilhado uma ova! Meu afilhado.
Cris: Nem vem o afilhado é meu.
Júlia: Kkkkk calma meu povo!! Depois eu sorteio o padrinho pro Leandro ok? E aí tem se cuidado direitinho? O Vitor tá brigando com vocês?
Vitor: Eu ouvi essa tá? (Disse entrando no camarim) Saudades de você minha chatisse.
Júlia: Eu também branco.
Ficamos conversando bastante, colocando as novidades em dia, logo os meninos subiram pro palco e eu preferi ficar no camarim.
Os dias passaram rapidamente e chegou o grande dia, o meu casamento, nunca pensei que me casaria ainda mais com um filho na barriga rsrs. Mas tô casando com o homem da minha vida e isso que importa, importa mais do que tudo.... Tia Nilza tocou o Bruno cedo de casa, foram contradas algumas profissionais pra cuida de mim em casa mesmo, com tudo que tinha direito, massagem, maquiagem, penteado...
Nilza: Você tá linda demais...
Júlia: Obrigada!
Marina: Tá mesmo, uma princesa... Sua mãe ficaria tão orgulhosa.
Júlia: Ela tá tia... Eu tenho certeza.
Nilza: Tá, mas não chora, se não borra a maquiagem. A limousine já tá esperando, vamos?
Júlia: Ah não tia! Não acredito que você contratou limousine pra me levar na capela do condomínio!!
Nilza: Ia ficar feio a noiva chegar a pé uai! Vamos?
Descemos e entramos na limousine, em menos de 2 minutos estávamos na porta da capela... Seu Everton já me esperava na porta pra entrar comigo, eu ia me sentir estranha entrando com o Roberto então preferi ser levada ao altar com o meu sogro. As portas da capela se abriram, eram poucos convidados, uns 30, mas eram os que sempre estavam ao nosso lado. Amigos de verdade... Olhei para o altar e lá estava ele, todo lindo.
Ele sorria pra mim, parecia um anjo dentro daquele fraque. Mal podia esperar que o sonho viraria pesadelo, assim que cheguei ao altar, escutei um barulho, parecia tiro, parecia não! Eram tiros. Olhei para o Bruno assustada e comecei a chorar. Na porta da igreja surgiram duas pessoas, Carlos e Isis.
BC: O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO AQUI?
Carlos: Deu um tiro certeiro no ombro do Bruno.
Júlia: BRUNOOOOOO.
Isis: CALA A BOCA VADIA.
Carlos: Agora escutem! Todos fiquem bem quietinhos. Vim só buscar minha mulher e o meu filho.
BC: Me levem, mas não levem ela.
Júlia: Calma amor. Você tá ferido. Eu vou com eles, vai ficar tudo bem, eu juro.
Carlos: Jurar em falso é pecado. Agora vamos.
Ele me puxou pelos cabelos como sempre fazia, pacientemente eu fui com eles até a porta.
Isis: E nem pesem em nós seguir, a igreja tá cercada de pessoas armadas e você velho vem com a gente. (Disse olhando pra Roberto)
Carlos: É, pode vim, se não fosse sua colaboração, não íamos conseguir.
Júlia: Como você pode Roberto (chorando)
Isis: CALA A BOCA (Me dando um tapa na cara)
Eles me jogaram dentro do carro, eu apenas chorava segurando minha barriga.
Júlia: Por que vocês tão fazendo isso?
Isis: Carlos, dá logo um sossega leão pra essa vadia.
Carlos colocou um pano no meu nariz embebido de um produto que logo me fez desmaiar.
Roberto: Pra onde vocês vão levá-la?
Carlos: cala a boca velhote. Agora desce do carro.
Roberto: Mas que lugar é esse?
Isis: Não sabemos.
Roberto levou 7 tiros, disparados por Carlos.
Isis: Agora vamos.
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