-Fred-
Desembarquei no aeroporto da Suíça, espero que seja a última vez que eu venha aqui. Comigo estavam Maya e seu Ismael. Louise também queria vir, minha pequenina mal sabe o que tá acontecendo.
Liguei pro Théo que me passou o endereço do flete, pegamos um táxi e fomos pra lá.
Théo: Graças a Deus chegaram!-Ele chorava muito.
Fred: Já pedi informações ao porteiro, ele me disse que quando ela saiu daqui saiu sem mala, só com a bolsa dela.
Théo: Então onde será que ela está?
Maya: O Herbert! Ele ta solto?
Fred: Meu Deus! Ela o viu no Brasil.
Ismael: Quanto tempo tem isso?
Fred: Uns 2 meses atrás, quando saímos de um restaurante ela se assustou quando o viu, mas quando olhei não tingha ninguém lá.
Maya: Vamos pra delegacia, se ele não estiver preso é por que foi ele.
Assim fizemos fomos pra delegacia e Théo já havia sido solto a uns 6 meses. Então ele tem a ver com o sumiço da Larissa. E se for ele mesmo eu juro que o mato. A se mato!
Fiz o B.O e disse que minha suspeita era o Herbert. O delegado ficou de investigar o caso.
-Larissa-
Mais uma noite dançando nessa maldita boate e transando com caras que mal sei quem são. Só sei que era um mais nojento que o outro, acabava que no final da noite eu vomitava até as tripas, o que tava me deixando mais fraca ainda já que eu quase não comia.
-Fred-
Fred: Alô?
PM: Senho Fred?
Fred: Sim sou eu.
PM: Encontramos uma boate bem afastada, suspeitamos que seja a do Herbert.
Fred: Me passem o endereço! Eu vou aí.
O policial me passou o endereço, eu e Ismael fomos pra lá.
PM: Precisamos de alguém que entre lá se fingindo de cliente.
Fred: Eu vou!
PM: Melhor não! Ele pode te reconhecer.
Ismael: Eu vou, ele foi casado com a minha filha. Mas nunca nos conhecemos.
PM: Ok
O policial passou as instruções pra ele.
PM: Assim que você for pro quarto com a sua filha, nos chame pelo rádio.
Ismael: Ok.
-Larissa-
Mais uma noite de horror, logo subimos no palco pra mais uma performance, com máscaras é claro. Creio que Herbert tem medo sermos reconhecidas. Os homens comecaram a nos passar mão e colocar dinheiro nas nossas calcinhas.
Acabo de me apresentar e logo um senhor me puxa e cochicha no meu ouvido.
Ismael: Filha sou eu, eu vou te tirar daqui, mas não deixa transparecer que sou eu.
Me seguro pra não explodir de felicidade, meu pai pede pra irmos pro quarto e assim eu fiz, fecho a porta e o abraço forte, começo a chorar.
Eu: Como souberam de mim pai?
Ismael: Desconfiamos do Herbert desde o príncipio ai confirmamos que ele foi solto há alguns meses. O delegado começou a investigar até que descobriram essa boate. Oh filha... Você tá tão magra! Meu Deus!
Eu: Me tira daqui pai, por favor.
Ismael: Vou tirar meu amor, Fred tá lá fora com a polícia.
Eu: Ele tá ai?
Ismael: Tá, e tá muito desesperado. Ele queria vir no meu lugar.
Eu: Ainda bem que não veio, Herbert o mataria!
Ismael: Eu vou passar o rádio para os políciais.
Assim meu pai fez, conversou algumas coisa pelo rádio.
Ismael: Agora é só esperar.
Meia hora depois de falar com meu pai tudo que eu tava passando naquele inferno, ouço um tiro vindo do salão.
Ismael: Fique aqui filha.
Eu: Não pai! Não vai!!
-Fred-
Assim que Ismael entrou em contato pelo rádio, esperamos pelo menos meia hora para o reforço chegar, assim que chegaram os políciais invadiram e eu fui atrás. Todo se assustam principalmente o desgraçado do Herbert, vou até ele que saca uma arma pro meu lado, mas mesmo assim dou um golpe fazendo sua arma cair no chão, avanço no pescoço dele e o derrubo no chão, o desgraçado ainda consegue alcançar a arma e eu luto tentando tirá-la de suas mãos, até que um tiro sai da arma.
-Larissa-
Meu pai tenta me impedir mas é em vão, assim que ele sai do quarto eu saio atrás dele. Asssim que chego no salã vejo as meninas todas chorando deseperadas, olho pro outro lado e vejo Fred caido em cima do Herbert e em baixo deles uma enorme poça de sangue. Corro até ele e o sacudo.
Fred: FRED, FALA COMIGO! FRED??
Herbert: Hahaha! Seu amado tá morto! Eu o matei! Agora você é minha.
Desembarquei no aeroporto da Suíça, espero que seja a última vez que eu venha aqui. Comigo estavam Maya e seu Ismael. Louise também queria vir, minha pequenina mal sabe o que tá acontecendo.
Liguei pro Théo que me passou o endereço do flete, pegamos um táxi e fomos pra lá.
Théo: Graças a Deus chegaram!-Ele chorava muito.
Fred: Já pedi informações ao porteiro, ele me disse que quando ela saiu daqui saiu sem mala, só com a bolsa dela.
Théo: Então onde será que ela está?
Maya: O Herbert! Ele ta solto?
Fred: Meu Deus! Ela o viu no Brasil.
Ismael: Quanto tempo tem isso?
Fred: Uns 2 meses atrás, quando saímos de um restaurante ela se assustou quando o viu, mas quando olhei não tingha ninguém lá.
Maya: Vamos pra delegacia, se ele não estiver preso é por que foi ele.
Assim fizemos fomos pra delegacia e Théo já havia sido solto a uns 6 meses. Então ele tem a ver com o sumiço da Larissa. E se for ele mesmo eu juro que o mato. A se mato!
Fiz o B.O e disse que minha suspeita era o Herbert. O delegado ficou de investigar o caso.
-Larissa-
Mais uma noite dançando nessa maldita boate e transando com caras que mal sei quem são. Só sei que era um mais nojento que o outro, acabava que no final da noite eu vomitava até as tripas, o que tava me deixando mais fraca ainda já que eu quase não comia.
-Fred-
Fred: Alô?
PM: Senho Fred?
Fred: Sim sou eu.
PM: Encontramos uma boate bem afastada, suspeitamos que seja a do Herbert.
Fred: Me passem o endereço! Eu vou aí.
O policial me passou o endereço, eu e Ismael fomos pra lá.
PM: Precisamos de alguém que entre lá se fingindo de cliente.
Fred: Eu vou!
PM: Melhor não! Ele pode te reconhecer.
Ismael: Eu vou, ele foi casado com a minha filha. Mas nunca nos conhecemos.
PM: Ok
O policial passou as instruções pra ele.
PM: Assim que você for pro quarto com a sua filha, nos chame pelo rádio.
Ismael: Ok.
-Larissa-
Mais uma noite de horror, logo subimos no palco pra mais uma performance, com máscaras é claro. Creio que Herbert tem medo sermos reconhecidas. Os homens comecaram a nos passar mão e colocar dinheiro nas nossas calcinhas.
Acabo de me apresentar e logo um senhor me puxa e cochicha no meu ouvido.
Ismael: Filha sou eu, eu vou te tirar daqui, mas não deixa transparecer que sou eu.
Me seguro pra não explodir de felicidade, meu pai pede pra irmos pro quarto e assim eu fiz, fecho a porta e o abraço forte, começo a chorar.
Eu: Como souberam de mim pai?
Ismael: Desconfiamos do Herbert desde o príncipio ai confirmamos que ele foi solto há alguns meses. O delegado começou a investigar até que descobriram essa boate. Oh filha... Você tá tão magra! Meu Deus!
Eu: Me tira daqui pai, por favor.
Ismael: Vou tirar meu amor, Fred tá lá fora com a polícia.
Eu: Ele tá ai?
Ismael: Tá, e tá muito desesperado. Ele queria vir no meu lugar.
Eu: Ainda bem que não veio, Herbert o mataria!
Ismael: Eu vou passar o rádio para os políciais.
Assim meu pai fez, conversou algumas coisa pelo rádio.
Ismael: Agora é só esperar.
Meia hora depois de falar com meu pai tudo que eu tava passando naquele inferno, ouço um tiro vindo do salão.
Ismael: Fique aqui filha.
Eu: Não pai! Não vai!!
-Fred-
Assim que Ismael entrou em contato pelo rádio, esperamos pelo menos meia hora para o reforço chegar, assim que chegaram os políciais invadiram e eu fui atrás. Todo se assustam principalmente o desgraçado do Herbert, vou até ele que saca uma arma pro meu lado, mas mesmo assim dou um golpe fazendo sua arma cair no chão, avanço no pescoço dele e o derrubo no chão, o desgraçado ainda consegue alcançar a arma e eu luto tentando tirá-la de suas mãos, até que um tiro sai da arma.
-Larissa-
Meu pai tenta me impedir mas é em vão, assim que ele sai do quarto eu saio atrás dele. Asssim que chego no salã vejo as meninas todas chorando deseperadas, olho pro outro lado e vejo Fred caido em cima do Herbert e em baixo deles uma enorme poça de sangue. Corro até ele e o sacudo.
Fred: FRED, FALA COMIGO! FRED??
Herbert: Hahaha! Seu amado tá morto! Eu o matei! Agora você é minha.
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