(Fred): Valeu mesmo... (SeuNome)?
(Eu): Oi [Rispida]
Ele apenas ficou calado, brincando com o filho ainda recem nascido. Eu observava tudo com ternura que nem vi o elevador parar no meu andar.
(Fred): Acho que esse é o seu andar [Sorrindo].
Acordei do transe e sai rápido do elevador, entrei em casa feito um furacão.
(Vivi): Nossa o que deu nela?
(Pedro): Deve ter se esbarrado com o Fred.
(Vivi): Nossa, ela entrou arrazada.
(Pedro): Ainda bem que o Heitor não tá aqui.
Visão do Fred:
Chegou em casa e deixou o bebê no carrinho e foi no quarto onde Rebeca fica.
(Fred): Cheguei...
(Celina): Oi meu filho, cade o juninho?
(Fred): Dormiu. [Olhando pra Rebeca] hoje ela tá com uma cara otima.
(Celina): A enfermeira acabou se dar banho nela, ela saiu pra comprar um remédio, vou fazer o almoço.
(Fred): Pode ir que eu fico aqui até a enfermeira chegar.
A mãe dele saiu e ele ficou fazendo carinho nos cabelos de Rebeca e conversando com ela. O estado da moça era lamentável, parte do cérebro já havia parado, ela não movia um membro e se continuasse assim dentro de uma semana iam desligar os aparelhos. Fred saiu do quarto e ficou pensando no seu encontro comigo no elevador, o amor que sentiamos pelo outro era forte demais.
Minha visão:
Bateram na minha porta e eu fui atender.
(Vivi): Miga?
(Eu): Entra...
(Vivi): Tava chorando?
(Eu): Eu vi ele, subimos no mesmo elevador...
(Vivi): Você é muito apaixonada por ele né?
(Eu): Eu o amo mais do que a mim mesma, nunca esqueci ele.
(Vivi): Então porque vocês não conversam?
(Eu): Eu tenho muito medo de sofrer.
Ficamos conversando, depois Heitor chegou e fomos dormir.
A semana passou e eu estava no apê sozinha quando a campainha tocou.
(Eu): O que você tá fazendo aqui?
(Fred): Eu preciso de você [chorando]
(Eu): Para com isso Fred, não temos mais nada...
(Fred): A Rebeca morreu (SeuNome)...
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